segunda-feira, 12 de janeiro de 2009




Não quero participar do demente culto
À mulher-nádega
Ao sensacionalismo barato
Aos quinze minutos de fama fabricado
À beleza forçada, esticada.
Às futilidades, vaidades.
Ao indigesto “é preciso”:
È preciso ter, é preciso correr, é preciso comprar, é preciso trocar, é preciso lembrar (ser lembrando), é preciso sorrir, é preciso mentir, é preciso evoluir, é preciso alisar, é preciso amar (ser amado), é preciso escolher, é preciso ganhar, é preciso viver (!?)...
Não quero precisar, mas haja ser humano pra deturpar.

Michelle Matias

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