quarta-feira, 8 de abril de 2009





Ainda sim sou alguém
Mesmo nas incontáveis vezes
Que me fizesse aquém

Ainda sim consigo enxergar
Na noite densa e sem luzes estrelares...
A aurora que há de chegar...

Ainda sim o meu sangue há de jorrar
Mesmo tendo muitas vezes...
Feito-me sangrar...

Ainda sim tenho nas mãos flores
Mesmo que em meu jardim
Sua erva daninha venha devastar...

E saiba...
Minha alma tem asas
E nada a impedirá de voar...

Michelle Matias

2 comentários:

michelle disse...

Lindaaaa....(Y)

danubia disse...

ainda sim te leio...

belo poema.