quarta-feira, 1 de abril de 2009





Às vezes me afundo tão raso...
Que não há como me salvar
Afogo-me em superfícies abstratas
Aonde não há como me agarrar...

Entrego - me aos tormentos e a dor...
Envoltos na sombra de minha imaginação
E entrego meu torpor
Prometido as águas da desilusão.

Mas só a alma me suspenderá...
Rumo a algum lugar...
Antes que eu padeça
E não consiga me salvar...




Michelle Matias

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