domingo, 15 de agosto de 2010

CLARA




Ela chegou...
Não era anjo, querubim ou serafim
Nem venho de uma nuvem, uma ilha ou nave
Mas, clara, clareou todas as faces,
E como um encanto fez cair o meu disfarce
Fez do meu canto o canto da serenidade

Ela chegou...
Fantasiada, pintada
De azul, ocre e lilás
Cheirando a rosas
Lírios e paz

Ela chegou...
De horizontes bonitos
D’onde o amor faz sentido
E Incendeia
Clarece
Clareia
O que há de mais cinza em mim.


M.M.

sábado, 14 de agosto de 2010





Poesia é (c)oração?


M.M.




Não me culpe por idolatrar a falta de bom senso
Normalmente, sou alheia a consensos


M.M.